O Focalin, medicamento usado para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), foi relacionado a efeitos colaterais como pensamentos suicidas. Alguns membros da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos medicamentos e alimentos norte-americanos, têm estudado a possibilidade de incluir na bula do remédio um alerta para o risco do problema.
Segundo o Focalin, que não é vendido no Brasil, traz na bula indicações de sintomas psicóticos ou de euforia, mas não de pensamentos suicidas. Em entrevista para a Folha, Guilherme Polanczyk, professor de psiquiatria da infância e adolescência da Universidade de São Paulo (USP), há um número enorme de pessoas que usam esse remédio e não têm esses efeitos, e é difícil saber se os pacientes teriam isso sem o remédio.
A Novartis, fabricante do remédio, assegurou que o Focalin não tem semelhança com as medicações à base de metilfenidato, disponíveis para o tratamento do TDAH no Brasil.


























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