Foi divulgado recentemente que o desemprego na zona do euro (17 países) chegou ao nível de 10,4% em dezembro de 2011. Índice maior que este não acontecia desde 1998. Para cada 100 pessoas em idade produtiva, 11 pessoas, não encontram colocação no mercado de trabalho. Levando em consideração que isso é uma média do bloco do euro (moeda única dos países), vemos que existem países com situação critica de emprego. A Espanha, por exemplo, tem uma taxa de desemprego de 22,9%. E segundo especialistas no assunto, este percentual está em tendência de crescimento. Se esta ruim, ainda pode piorar para alguns países.
O Brasil neste momento vive situação inversa. Existem vagas em diferentes setores e níveis de especialização. O que vemos e ouvimos comentários é que faltam pessoas capacitadas para determinadas funções. No passado os brasileiros procuravam outros países em busca de oportunidade. Agora, com esta nova ordem econômica, com as crises em série, nós é que passamos a ser procurados. Caso não estejam desatualizados, existem dois cargos de alta gerência na nossa região e que ainda não foram ocupados, pois as vagas ainda estão disponíveis para consulta em sites especializados. Muita exigência ou baixa capacitação dos nossos profissionais?
A concorrência por cargos não será somente com nossos colegas conhecidos e próximos. Hoje ela já se estende para outras localidades um pouco mais distantes. Diversos profissionais, com maior conhecimento estão dispostos a sair dos grandes centros urbanos e trabalhar em cidades do interior, mas que oferecem ótimas oportunidades de carreira e qualidade de vida para eles e familiares. O português nunca foi tão procurado para aprendizagem da língua, como vem sendo nestes últimos anos em escolas americanas. Na Europa também começa este movimento. A concorrência é global. Já pensou em estudar mandarim, língua dos chineses?
Mesmo parecendo e sendo distante, geograficamente, devemos acompanhar e no mínimo torcer a favor da recuperação Européia. Por quê? Cito dois motivos: Primeiro: quem vai comprar nossos produtos, sendo que uma boa parcela das nossas exportações é para eles? Segundo: se eles não encontrarem emprego lá, vem concorrer com a minha vaga aqui. Isso sem contar que, com economias fortes e estáveis o bem é para todos. E eu como vejo isso? Estou preparado para este novo mundo? Onde cada vez menos as fronteiras importam. O Brasil para alguns países da América do Sul é visto como o paraíso. Recentemente estamos vendo que para os Haitianos também. Como esta a minha formação profissional? Parei no tempo com os estudos? Vou à aula e aprendo ou eu finjo que estudo? Tenha certeza que o mercado seleciona os melhores. Caro leitor, estou com a proposta dentro das redes sociais, de disponibilizar de três a quatro links diários, de assuntos relacionados à Economia, Finanças Pessoais, Investimentos e dicas relacionadas a estes tópicos. Leituras rápidas e interessantes (meu objetivo), e que agreguem conhecimento e informação a vocês. Sigam. Curtam.
@sobredinheirowj
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Walter Junior é economista e com MBA em Gestão Empresarial. Trabalha com Educação e Planejamento Financeiro Pessoal.


























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